Nem é preciso fazer alguma pesquisa pra saber a conduta de alguém que faz campanha contra seu próprio país. Dá pra falar isso com muita segurança porque é uma questão que está dentro de um contexto que vigora em qualquer parte do mundo.
No futebol mesmo a gente vê o cara que muda de nação por força de sua filiação, ele passa a ser cidadão em outra nação por ter direito de escolha. Trabalho, família, estudo, conflito entre nações e mais. Ou seja, há uma movimentação natural de cidadãos pelo mundo, mudando seu domicílio por vários motivos, mas sem desconstruir aquilo que é assentado naturalmente e oficialmente estabelecido.
Se tem uma coisa que dificilmente vai mudar é o conceito de patriotismo em qualquer campo de atuação. A defesa que um país faz de seus interesses dentro ou fora de seus domínios tem o alinhamento de seus cidadãos em sua grande maioria. Para a outra parcela que não endossa as pretensões de sua própria nação, fica a dúvida se há preocupação com possível prejuízos a outrem em caso de um conflito, por exemplo, ou outra questão, ou interesses de seus pares, independente de ser atraente ou não ao seu país.
Agora, quando o sujeito faz a propaganda abertamente, explícita de uma causa em detrimento de seu próprio país, já passa a ser uma questão a ser tratada na esfera jurídica com muito rigor, para justamente não haver reincidência lá na frente, as pessoas acharem que isso é normal e agir sem cerimônia alguma e ficar por isso mesmo, enfim, a pessoa se comportar a margem da soberania do Brasil e não sofrer as consequências, já que existem mecanismos, leis e instituições suficientes para frear o ímpeto, não só do Flávio Bolsonaro como de qualquer outro cidadão brasileiro que atente contra a soberania, o conjunto de tudo que o Brasil construiu ao longo de nossa história para atingir esse patamar de uma nação soberana.
É natural que haja divergências nas discussões aqui em nossa casa de temas ligados ao nosso interesse, apenas. Ninguém lá de fora pode interferir em nossos debates. E se houver algum brasileiro que acene em colaboração aos objetivos de outra nação, a sociedade precisa estar atenta a essas ações para justamente evitar prejuízos para nossa causa, para a causa do Brasil como um todo.
Complementando o começo da fala, dificilmente há registro de alguém fazendo essa propaganda explícita e escancarada em outras praças. É difícil imaginar alguém em outras nações fazendo essa publicidade às avessas e não ser penalizado à altura do que significa desconstruir a essência e a natureza de seu próprio lar. Como seria um americano, um russo, um chinês com essa petulância?
Pois é, o Brasil também pode dispensar o mesmo tratamento para essa vassalagem.

A familícia Bolsonaro na verdade é uma organização criminosa, basta verificar pela quantidade de processos na justiça. O crime de lesa-pátria praticado pelos seus membros deve ser punido com rigor, se estivéssemos ainda no Brasil-Colônia o Flávio Rachadinha e o Eduardo Bananinha seriam enforcados em praça pública para servirem como exemplos de dois traidores da Pátria e do povo.
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